Existem canções que expressam exatamente o que queremos dizer quando aparece aquele "nó na garganta" e nossa voz não sabe o que fazer com ele. Talvez a letra abaixo consiga dizer o que sinto nesse momento.
Notícia Boa
Nenhum de Nós
Eu queria que alguém
Me dissesse alguma coisa
Que eu ainda não sei
Que alguma coisa boa
Vai acontecer
É só esperar prá ver
Por Favor me traga
Uma notícia boa
Por Favor me traga
Uma Notícia
Mas que seja boa
Um telefonema, uma carta
Um programa de TV podem lhe trazer
O que você mais deseja
Eu sei que pode parecer besteira
Mas tem gente que espera
Uma vida inteira
Até ela chegar
Impressões e opiniões sobre diferentes assuntos. Talvez um espaço pra desabafo, discussões ou um pouco de humor. O nome? É pq escrevo nas madrugadas que me sobram tempo e inspiração, normalmente entre um artigo e outro.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Sufoco!
Nó na garganta, dias cinzas...
É como se nada mais fizesse sentido. A lágrima que escorre sobre a face já nem sabe mais porque cai, apenas sabe que precisa sair e molhar um rosto que não se reconhece mais. Como se essa lágrima pudesse acabar com a sensação de sufocamento que sinto. Pobre!
Sufoco, talvez seja essa a palavra que melhor consiga descrever minha vida nesse momento. Sinto-me sufocada pela falta de perspectiva, pela necessidade de me manter "forte", pela agonia de uma fila de transplante, por essa minha incapacidade de admitir que tenho limites. A falta de vida social me sufoca, a saudade dos amigos, a incerteza do amanhã, a falta de entendimento sobre a morte, o medo, a agustia, a insônia, a ansiedade, as crises de pânico, o peso de atrapalhar uma noite de sono das pessoas que mais amo, a dificuldade de aceitar as situações que a vida me coloca. Tudo me sufoca. É como se eu estivesse dormindo e acordaria amanhã com um sorriso no rosto e com a certeza de que isso tudo não passou de um pesadelo. Mas, são três da manhã e eu nem dormi ainda. Mais uma vez.
É como se nada mais fizesse sentido. A lágrima que escorre sobre a face já nem sabe mais porque cai, apenas sabe que precisa sair e molhar um rosto que não se reconhece mais. Como se essa lágrima pudesse acabar com a sensação de sufocamento que sinto. Pobre!
Sufoco, talvez seja essa a palavra que melhor consiga descrever minha vida nesse momento. Sinto-me sufocada pela falta de perspectiva, pela necessidade de me manter "forte", pela agonia de uma fila de transplante, por essa minha incapacidade de admitir que tenho limites. A falta de vida social me sufoca, a saudade dos amigos, a incerteza do amanhã, a falta de entendimento sobre a morte, o medo, a agustia, a insônia, a ansiedade, as crises de pânico, o peso de atrapalhar uma noite de sono das pessoas que mais amo, a dificuldade de aceitar as situações que a vida me coloca. Tudo me sufoca. É como se eu estivesse dormindo e acordaria amanhã com um sorriso no rosto e com a certeza de que isso tudo não passou de um pesadelo. Mas, são três da manhã e eu nem dormi ainda. Mais uma vez.
Assinar:
Postagens (Atom)